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Meu Filho Fazendo "Fono" e Eu na Sala de Espera

 

Ou seja, eu, mãe, esperando meu filho enquanto ele está com a fonoaudióloga fazendo a sessão.

Como eu posso aproveitar esse tempo?

O que ele está fazendo lá na sala?

 

É um tempo precioso! Não é um tempo perdido! Não tente aproveitar indo correndo ao banco, ao mecânico, ao supermercado. Não culpe a criança pelo tempo que você está desperdiçando. A sala é de espera! E é exatamente isso que deve ser feito. Esperar. Estar lá, de corpo, alma, espírito, pensamento! Essa postura vai fazer a diferença. Seu filho sabe que você ficou lá esperando e quando sair da sessão, vai olhar você e ficar feliz porque você esperou.

 

  É um tempo para ver uma revista calmamente, ver a TV, seja o que for que puder fazer ali, com o objetivo da espera. Entender que o vínculo de seu filho com a fonoaudióloga é imprescindível e que ele vai conseguir estabelecer esse vínculo. Se você não estiver junto na sala, ele pode, então, voltar sua atenção totalmente à fonoaudióloga, atendê-la, concentrar-se, sem ter que responder ao mesmo tempo para duas pessoas; sem ter que ouvir a mamãe ou o papai responder por ele o que já sabe responder sozinho.

 

  Com certeza ele está interagindo bem, aprendendo a importância de se comunicar; de ouvir o outro; responder na hora certa, respeitando o turno do diálogo, respeitando a sua vez e a vez do outro. Falando em intensidade adequada para ser ouvido, fazendo as pausas necessárias para uma boa conversa; seguindo o raciocínio de uma pergunta e preparando-se para respondê-la com clareza e correção. Falar corretamente e sem trocas é importante, mas antes disso, ouvir e saber conversar é um aprendizado tão importante quanto.

 

  Inúmeros motivos levam a família a buscar o auxílio de um (a) fonoaudiólogo (a). Dentre os mais comuns estão: demora para começar a falar; muitas trocas na fala e/ou na escrita; respiração bucal; gagueira; rouquidão; dificuldades na aprendizagem. Estes são apenas alguns deles. Seja qual for o motivo, a atitude na sala de espera, por incrível que pareça, também faz parte do tratamento. O aproveitar o tempo com a própria criança, revendo os exercícios que foram pedidos para a semana; o resgate do que a criança fez na escola; como passou a tarde; se conseguiu fazer as tarefas de casa, o que foi difícil entender nas aulas; qual foi a brincadeira mais interessante, etc. Isso o faz pensar, rememorar como foi o dia, organizar o pensamento e em seguida se "centrar" na próxima tarefa que é a terapia fonoaudiológica, ou seja, sem perceber é um preparo. Percebo que há mães ou pais que aproveitam para brincarem, ensinar a amarrar o tênis, ler uma revista em quadrinhos para a criança ouvir e então esse "tempo perdido" torna-se extremamente, "perdidamente", gostoso.

 

Publicado em 22/03/2013

 
 

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