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Respiração Bucal e Suas Consequências

 

O tema “Respiração Bucal” é vasto e nos leva a refletir sobre vários fatores que podem causar ou influenciar o desenvolvimento e a permanência do quadro de respiração bucal, assim como suas consequências.

 

A princípio, pode ser considerado pelo próprio respirador bucal ou por seus familiares e amigos, ou ainda pelos próprios pais (no caso das crianças) como pouco importante ou comum, porém, é necessário que se considere mais profundamente o assunto.

 

As alergias, quadros de rinites, sinusites e resfriados constantes podem ser causas do desenvolvimento desse tipo de respiração “viciosa”. Se isso só ocorre esporadicamente quando se está acometido por quadro gripal ou resfriado, não há com o que se preocupar. No entanto, se esse tipo de respiração é constante, deve ser investigado e tratado.

 

Crianças ou adultos que roncam, ou apresentam respiração ruidosa ou apnéia (parada momentânea da respiração durante o sono) tendem a sentir sonolência e cansaço durante o dia. Podem apresentar cochilos (às vezes até mesmo em locais com ruído). Observam-se também “facies adenoideanas”, “bochechas caídas”, baba durante a noite, lábios ressecados, lábio inferior com retroversão, alterações na arcada dentária, palato ogivalizado (alto), diminuição do paladar e do olfato, interposição de língua, entre outros sinais. Quando o quadro se prolonga mesmo após o tratamento médico (independente da idade) é necessária a intervenção fonoaudiológica. Se a criança continua a respirar pela boca é porque já se estabeleceu o hábito. O tratamento fonoaudiológico irá propiciar a conscientização da respiração predominantemente nasal e irá atuar no fortalecimento da musculatura para que se restabeleça a respiração correta. Muitas vezes aconselha-se iniciar prática de esporte que auxilie a função e a coordenação fonoarticulatória e cardiorespiratórias.

 

Em crianças verifica-se que o quadro de respiração bucal pode interferir inclusive na aprendizagem. Muitas vezes, quando acometida por alergias frequentes, a criança não consegue ter um sono profundo e por não “descansar” conforme precisa à noite, pode apresentar dispersão, dificuldade de concentração prejudicando o seu desempenho escolar.

 

Algumas vezes a audição também pode ser acometida pois, a boca aberta constantemente e a presença de secreção em virtude de alergias, gripes e resfriados constantes, modificam a ventilação da orelha média, podendo levar a doenças do ouvido.

 

Orienta-se então, que o indivíduo seja avaliado quanto à causa da respiração bucal. Sanado o problema orgânico/fisiológico, caso não se estabeleça a respiração nasal, deve-se iniciar o tratamento fonoaudiológico para que se previnam os inúmeros problemas que esse tipo de respiração viciosa pode acarretar.

 

Publicado em 15/04/2014

 
 

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