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Minha Criança Fala e Ninguém Entende!

 

“Somente eu entendo o que meu filho (a) fala, ninguém mais!” Tenho que “traduzir” o que ele fala”!

Se isso é realmente verdadeiro é hora de buscar ajuda!

 

Independente da idade da criança, se a fala de seu filho ou filha o(a) preocupa ou lhe dá angústia, busque ajuda.

 

Converse com um fonoaudiólogo (a) e leve a criança para uma avaliação fonoaudiológica; dessa forma a sua angústia e sua incerteza com relação à fala da criança serão amenizadas.

 

É comum a família dizer que o pai, a mãe ou outro familiar, também falava muito errado ou demorou a começar a falar e hoje está tudo bem. Que ótimo se foi assim, mas nem sempre dá para garantir que com sua criança vai ocorrer o mesmo.

 

Hoje, há uma exigência muito grande para que as crianças se comuniquem corretamente! Muitas mães chegam a trazer a criança para tratamento fonoaudiológico porque não estão falando corretamente aos 3 anos de idade. Que bom que há essa preocupação com o desenvolvimento da fala e linguagem, mas, aos 3 anos de idade é esperado que ela ainda fale várias palavras com erro.

 

A avaliação fonoaudiológica irá permitir que se pesquise como a criança está com relação ao seu desenvolvimento neuropsicomotor, seu desenvolvimento cognitivo e seu desenvolvimento de fala. Explicando melhor: se o seu comportamento motor está acompanhando a idade cronológica; se o seu conhecimento (o que a criança “sabe”) está de acordo com o que é esperado para sua idade ; se o seu comportamento auditivo (como a criança lida com a informação auditiva que lhe chega) está dentro da normalidade para sua idade. Outro fator avaliado é como a criança compreende o que se fala com ela (chama-se linguagem receptiva) e finalmente como a criança se expressa (linguagem emissiva ou expressiva). Cabe também na avaliação fonoaudiológica a verificação de aspectos relativos à motricidade orofacial, ou seja, como a criança desenvolveu o sugar, o mastigar, o deglutir e quais são os hábitos que ainda mantém, como por exemplo: uso de chupeta, mamadeira, chupar dedo, roer unha, usar fraldinhas ou paninhos esfregando no nariz, etc. Não podemos esquecer da voz: como a criança utiliza a voz; a coordenação pneumofonoarticulatória; a intensidade da voz e a fluência na fala.

 

Percebe-se então, que a avaliação fonoaudiológica não se restringe a levantar os sons que a criança tem dificuldade para falar. Ela é muito mais ampla e nos permite chegar a um diagnóstico de fala, voz, linguagem e motricidade orofacial. Com base nessa avaliação é traçado um plano de trabalho que inclui a orientação aos pais e/ou responsáveis e a intervenção terapêutica para que se propicie o desenvolvimento de todos os aspectos que estão prejudicados ou não desenvolvidos.

 

Publicado em: 28/02/2014

 
 

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