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Memória auditiva

 

“A memória determina nossa individualidade como pessoas e como povos: eu sou quem sou porque me recordo de quem sou (...) Se eu esquecesse quem sou, não seria ninguém ou seria outro (Izquierdo, 2000)”.

 

Poucas frases exprimem tão exatamente o significado de “memória” quanto esta citada acima.

 

Memória auditiva, memória visual, memória olfativa, memória cinética, memória semântica... Bem, didaticamente há inúmeros tipos de memória, mas, o que vamos tratar aqui é sobre a memória auditiva, que constitui a base principal do aprendizado. De forma simples podemos dizer que memória auditiva é tudo que eu armazeno quando ouço. Ou seja, a informação auditiva fica armazenada em minha mente e eu sou capaz de evocar ou resgatar quando preciso.

 

A memória auditiva divide-se (também didaticamente) em três: memória imediata (ou curto termo), memória de médio prazo (ou de trabalho) e memória mediata (ou longo prazo).

 

É verdadeiro que quanto mais eu exercito o memorizar, mais a minha memória melhora. No entanto, ela está relacionada a alguns fatores, como, por exemplo: a informação que se recebe; a associação que se faz quando quero reter uma informação e o interesse que tenho em guardar determinada informação. Se não interessa, é como diz o velho ditado “entra por um ouvido e sai pelo outro”.

 

É comum ouvir algumas pessoas dizerem: “Nem me preocupei em prestar atenção, porque o assunto não me interessava”. Significa que como não estava interessada nem registrei em minha memória. A atenção auditiva é o que me faz dar o alerta para a memória; ou seja, se eu fico atenta ao que estou ouvindo já é meio caminho andado para que fique registrado na memória. Além da atenção o que faz com que a mensagem fique retida é a “atitude mental”, ou seja, a “boa escuta”. Ficar atento à informação ou mensagem auditiva significa delegar para segundo plano os demais estímulos e preocupações (ruídos, conversas paralelas, celular, ansiedade em terminar logo a tarefa, etc.). Para a memorização ser completa a atenção sustentada é imprescindível. Pode-se associar a informação recebida com algo que seja significativo para poder resgatar mais tarde. Exemplificando: número: “259354” (25 = idade da minha irmã; 93 = número da minha casa e 54 = início do meu telefone da residência). No entanto, muitas vezes associar com ritmo ou com imagens também é formas eficientes de memorização.

 

A informação que é associada com ritmo é muito mais fácil de reter. Poemas infantis, músicas e parlendas é um exemplo vivo de como a memória trabalha. Muitas vezes começa-se a cantar uma música antiga e esquecemos uma parte. Você já deve ter feito isso: basta repetir várias vezes o trecho que lembramos e logo a memória vai se completando e então, de repente, recordamos toda a música.

 

A técnica de ritmo e/ou de associação é bastante utilizada por professores de cursinhos pré-vestibulares para que os alunos memorizem fórmulas associando-as com ritmo e frases curtas, melodias conhecidas, versos, etc.. Importante, contudo, é ficar atento, esforçar-se por não perder a informação ouvida, concentrar-se e dar significado ao que se está ouvindo.

 

Publicado em 28/05/2014

 
 

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