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Avaliação Auditiva

 

 Avaliação auditiva ou exame de audição ou ainda avaliação audiológica consta de testes específicos para determinar o grau de audição, a discriminação auditiva, além de fornecer dados sobre orelha média e orelha interna. Fazem parte da avaliação auditiva convencional: a audiometria tonal limiar, a audiometria vocal com pesquisa de detecção da voz, a audiometria vocal com pesquisa do limiar de recepção da fala, a audiometria vocal com pesquisa do índice percentual de reconhecimento da fala; a imitanciometria (ou impedanciometria), a pesquisa do reflexo estapediano acústico e a pesquisa da função tubária.

 

  A audiometria tonal limiar determina o nível de audição em decibel (dBNA) nas frequências de 250Hz, 500Hz, 1000Hz, 2000Hz, 3000Hz, 4000Hz, 6000Hz e 8000Hz, além de outras frequências intermediárias que sejam necessárias para melhor configuração audiométrica.  A pesquisa do limiar de detecção da voz (LDF ou LDV) se refere ao nível mínimo de audição cuja voz é detectada porém, não há compreensão do que é dito. O limiar de recepção da fala (LRF ou SRT) pesquisa o nível de audição mínimo cuja compreensão de vocábulos e frases, atinge 50%. O Índice Percentual de Reconhecimento da Fala (IPRF) fornece informações relativas à percepção da fala em situações ideais, sem ruído ou mensagem competitiva. São exames realizados em cabina acústica e utilizando-se equipamento denominado audiômetro.

 

  Em pessoas expostas ao ruído do ambiente de trabalho, mesmo que sejam usuárias de protetores auditivos, deve haver repouso auditivo de, no mínimo, catorze horas. A audição pode sofrer mudança temporária de limiar (MTL ou TTS), após horas de exposição ao ruído intenso (acima de 80 ou 85 dB Nível de Pressão Sonora – NPS). Alguns indivíduos são mais susceptíveis que outros às mudanças temporárias de limiar, portanto, o tempo de repouso auditivo deve obedecer ao menos catorze horas, sendo importante notar que algumas pessoas podem levar até cerca de 32 horas para que a audição volte aos limiares habituais. Como preparo orienta-se não utilizar fones de ouvido antes do exame, principalmente em volume alto, não ingerir bebida alcoólica, estar alimentado e descansado.

 

  A imitanciometria (ou impedanciometria) é um exame objetivo, pois não depende da resposta motora ou verbal do paciente, podendo portanto, ser realizada até em bebês. Procede-se à colocação de uma oliva no conduto auditivo externo, obtendo-se vedação adequada. Através da variação da pressão do ar (+200daPA até -200daPA, ou menos) obtém-se a curva timpanométrica (timpanometria) que pode revelar informações quanto à presença de líquido na orelha média, rigidez da cadeia ossicular, presença de cicatriz na membrana timpânica, ausência dos ossículos, disfunção tubária, etc.

 

  A pesquisa do reflexo estapediano acústico é realizada durante a imitanciometria. Quando em presença de estímulo intenso (70 dB ou 80 dB nível de sensação) desencadeia-se o reflexo acústico nas frequências de 500Hz, 1000Hz, 2000Hz e 4000Hz. É um procedimento auxiliar no diagnóstico das doenças da orelha média, orelha interna, além de fornecer informações de disfunções ou patologias do tronco cerebral.

 

Data da publicação 25/04/2013

 
 

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