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A alfabetização de Adultos

 

 Infelizmente ainda ocorre em grande número, em nosso país, o analfabetismo. O adulto (indivíduo acima de 15 anos) que não desenvolveu leitura nem escrita é considerado analfabeto. O termo analfabetismo funcional refere-se à pessoa que, embora leia, não consegue entender frases, expressões e textos, ou seja, não realiza a interpretação do material lido, bem como tem dificuldade em lidar com os números e realizar operações matemáticas.

 

  Segundo dados do IBGE, 2010 (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Censo de 2010) a taxa de analfabetismo entre a população com 15 anos ou mais é de 9,6% em nosso país (ainda muito elevada).

 

  Não é necessário falar da importância da leitura e escrita para o desenvolvimento social, psicossocial e intelectual do indivíduo; isto é largamente sabido. As barreiras impostas pelo analfabetismo, no entanto, parecem intransponíveis para quem o é.

 

  Alguns indivíduos são verdadeiros autodidatas. Muitas vezes por circunstâncias impostas pela vida, frequentaram somente o primeiro ano do ensino fundamental e após se alfabetizarem seguiram em frente, melhorando a leitura, a compreensão de textos e as operações matemáticas, porém, não é comum. O domínio da leitura proporciona além do conhecimento e acesso à informação, a organização do pensamento, a ampliação do vocabulário, a melhora das estruturas frasais, o desenvolvimento do raciocínio lógico temporal, do planejamento, da aprendizagem e da memória auditiva. O atendimento fonoaudiológico pode auxiliar na fixação do conteúdo apreendido através de técnicas e estratégias de facilitação. À medida que a alfabetização vai ocorrendo no adulto, o processo terapêutico conjuntamente amplia as estimulações propiciando uma automatização mais rápida.

 

  A busca pela alfabetização não deve ter como barreira a idade. Em qualquer fase da vida o cérebro está pronto para receber novas estimulações e informações. O que muitas vezes desestimula o indivíduo em sua busca é a carência de recursos para o ensino ao adulto. Embora possamos contar com alguns centros de alfabetização mantidos por entidades, por universidades e também em escolas públicas, nem sempre a proximidade e a compatibilidade com horário de trabalho e moradia permitem o acesso à escolaridade. Vale no entanto, a persistência e a pesquisa de escolas ou locais que desenvolvam esse trabalho.

 

  A aquisição e prática constante da leitura, principalmente a oral (feita em voz alta), permitirão a estimulação de áreas e habilidades auditivas e visuais voltadas para a atenção, concentração, associação de estímulos visuais e auditivos, discriminação auditiva, a análise e a síntese auditiva, entre outras habilidades específicas que somente serão desenvolvidas com a leitura e a escrita.

 

Publicado em 11/03/2013

 
 

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